Os mais velhos aplicam nos caçulas. Os filhos únicos nos colegas de classe e estes em seus primos. Desnecessariamente nessa falta de ordem.
Funciona assim,na maioria das vezes: Você formula uma frase com o que você gostaria que a pessoa fizesse, mas negativamente. E antes dessa afirmação negativa que deve ser específica e entoada da maneira peculiarmente correta você coloca, entusiasticamente, a palavra “Duvido”.
O resultado é semelhante à isso:
“Duvido você comentar no meu blog,nesse exato post...Você não teria a co-ra-gem.”
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
VM
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Ah...
O corpo pálido e gélido em cima do mármore frio.
Os desejos contemplados.Os últimos,ainda em tempo.
O terno,a gravata e o sapato muito bem polido.E entre as mãos sobrepostas na altura do estômago,o presente intocável do neto tão bem quisto.
Envolto por um lençol branco com manchas em sinal de história.
Um travesseiro fora posto entre o mármore e os cabelos eximiamente bem penteados.
O sono era recente.Era calmo,etéreo,doloroso e irremediável.
Os primeiros soluços.Os primeiros dos últimos afagos.Os invitáveis desconsolos.
O carinho.A vontade.O pesar.O imenso pesar.O questionamento.A ausência de respostas.O inquietante pesar.
As quatro velas postas aos pares no fim e no começo da dor onde repousava o corpo queimavam.
As chamas davam-nos entretenimento algum.Exceto pelo modo como estalava e bruxuleava quando outro alguém ia em direção ao caçula dos irmãos Serafim.
A pele se tornava mais rija e seu tom,mais amarelado.
Nada mudara.Os olhos ainda colados,a boca entre aberta.Os pés inchados ainda enclausurados,a barba nascente e remanescente.
Agora penteado pelas mãos trêmulas de suas próprias crias,o cabelo também era o mesmo.
As mãos acariciadas ainda sobrepostas à camiseta tricolor.A camiseta tricolor ainda acariciada pelas mãos sobrepostas.
Lágrimas.Incontidas,repreendidas,em enxurrada ou em simples pares.
Muitas.Infindáveis.Teimosas.Temerosas.Generosas.Inconformadas.Incompreendidas.Irracionalizadas.
Lágrimas.Sem resposta,indiscretas,que deslizavam rosto abaixo ou que se dirigiam direto à pedra gelada,em função da cabeça prostrada.
Vozes fortes em frases faladas ininterruptamente.Vozes trêmulas em sentenças sem direção.Vozes constantes em sua determinação por ser igualmente constante.Vozes silenciosas que ecoavam incessantemente pelas entranhas de todos e de cada um dos presentes.
Mas nenhuma dessas vozes realmente se fazia ouvir.Nem mesmo os sussurros sentidos e os soluços contidos.
O receptor se fora.Dali há muito tempo.Dali para todo o tempo.
Os encontros dos abraços.Das mãos hesitantes.Dos lábios nas faces encharcadas.E das faces nos tecidos que cobriam-lhes o corpo igualmente inconsolado,que ao próximo,benevolente.
O encontro do quente com o frio.Do dorso almofadado com os curtos pêlos ásperos que nasciam.Das mãos tremulas com as inertes.Dos lábios com a testa.Bênça.
O encontro do denso da etérea alma com a mais pura saudade imediata.Saudade esta que andaria em pé de igualdade com a eternidade,agora.Saudade que se veria acompanhante de tantas outras almas acopladas à corpos viventes.
Dito.
Feito.
Desfiz-me à mim.
Pedaços.
Saudade.
Lágrimas.
Vozes.
Silêncio.
Gritos.
Egocentrismo.
Descontrole.
Ah...Eternidade.
Quanto tempo demorará você à passar?
Ah...Vozes.
Quanto tempo hão de demorar à se calar?
Ah...Lágrimas.
Quantas mais correrão até que se seque minha dor?
Ah...Saudade.
Os desejos contemplados.Os últimos,ainda em tempo.
O terno,a gravata e o sapato muito bem polido.E entre as mãos sobrepostas na altura do estômago,o presente intocável do neto tão bem quisto.
Envolto por um lençol branco com manchas em sinal de história.
Um travesseiro fora posto entre o mármore e os cabelos eximiamente bem penteados.
O sono era recente.Era calmo,etéreo,doloroso e irremediável.
Os primeiros soluços.Os primeiros dos últimos afagos.Os invitáveis desconsolos.
O carinho.A vontade.O pesar.O imenso pesar.O questionamento.A ausência de respostas.O inquietante pesar.
As quatro velas postas aos pares no fim e no começo da dor onde repousava o corpo queimavam.
As chamas davam-nos entretenimento algum.Exceto pelo modo como estalava e bruxuleava quando outro alguém ia em direção ao caçula dos irmãos Serafim.
A pele se tornava mais rija e seu tom,mais amarelado.
Nada mudara.Os olhos ainda colados,a boca entre aberta.Os pés inchados ainda enclausurados,a barba nascente e remanescente.
Agora penteado pelas mãos trêmulas de suas próprias crias,o cabelo também era o mesmo.
As mãos acariciadas ainda sobrepostas à camiseta tricolor.A camiseta tricolor ainda acariciada pelas mãos sobrepostas.
Lágrimas.Incontidas,repreendidas,em enxurrada ou em simples pares.
Muitas.Infindáveis.Teimosas.Temerosas.Generosas.Inconformadas.Incompreendidas.Irracionalizadas.
Lágrimas.Sem resposta,indiscretas,que deslizavam rosto abaixo ou que se dirigiam direto à pedra gelada,em função da cabeça prostrada.
Vozes fortes em frases faladas ininterruptamente.Vozes trêmulas em sentenças sem direção.Vozes constantes em sua determinação por ser igualmente constante.Vozes silenciosas que ecoavam incessantemente pelas entranhas de todos e de cada um dos presentes.
Mas nenhuma dessas vozes realmente se fazia ouvir.Nem mesmo os sussurros sentidos e os soluços contidos.
O receptor se fora.Dali há muito tempo.Dali para todo o tempo.
Os encontros dos abraços.Das mãos hesitantes.Dos lábios nas faces encharcadas.E das faces nos tecidos que cobriam-lhes o corpo igualmente inconsolado,que ao próximo,benevolente.
O encontro do quente com o frio.Do dorso almofadado com os curtos pêlos ásperos que nasciam.Das mãos tremulas com as inertes.Dos lábios com a testa.Bênça.
O encontro do denso da etérea alma com a mais pura saudade imediata.Saudade esta que andaria em pé de igualdade com a eternidade,agora.Saudade que se veria acompanhante de tantas outras almas acopladas à corpos viventes.
Dito.
Feito.
Desfiz-me à mim.
Pedaços.
Saudade.
Lágrimas.
Vozes.
Silêncio.
Gritos.
Egocentrismo.
Descontrole.
Ah...Eternidade.
Quanto tempo demorará você à passar?
Ah...Vozes.
Quanto tempo hão de demorar à se calar?
Ah...Lágrimas.
Quantas mais correrão até que se seque minha dor?
Ah...Saudade.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Tédi
Conheci um gnomo excomungado em um bar na esquina onde o vento faz a curva. Sua aparência refletia, o que fui descobrir posteriormente, seu intelecto. A sanidade e racionalismo faziam com que a desorganização, excentricidade, pormenorização e o que há de mais puro no prazer instantâneo se juntassem homogeneamente e se transformassem em personalidade fenótipa.
A camiseta há muito batida e nem por isso menos querida era encoberta em boa parte pela jaqueta de couro aberta, cheia de seus zíperes e bolsos tantos quanto possíveis. A calça tinha a barra feita por uma costureira barata, cuja qual eu suspeito ser o próprio. Igualmente batida, desbotada aqui e acolá, dava um ar distraído ao herege incorrigível. Seus cabelos e até mesmo a falta dele contavam a história da meteorologia diária até o presente momento. Eu diria que o dia dele teria sido ‘Sol pouco encoberto por nuvens com baixa sensação térmica devido à grande presença de ventos vindos pela frente sul.’. A barba à fazer dava ar maduro e intelectual à pequena criatura que se sentava em cadeira especial, confeccionada pelo próprio dono do bar, devido à sua freqüência devota a este mesmo bar durante precisamente 156 anos, já que agora se passava da meia noite.
(...)
Em suma, passamos ‘dias’ –já que a diferenciação entre a noite era meramente referente à atmosfera e seus reflexos de luz –conversando. Sem sono, sem fome. Alimentando-se dos bons pensamentos,das ironias salpicadas e das irrelevâncias da alma –normalmente tidas como prato principal –, enquanto tornávamos insone o sono dos justos. Deleitavamo-nos nas desintegrações gramaticais e nas desconjunções verbais...
(...)
As paredes há muito se romperam.
Não há mais delimitações senão as psicológicas e intelectuais. Mas sua geladeira, seu sofá, seu Super Nintendo e sua caligrafia ainda remanescem na minha casa.
*-Trecho do conto de aniversário feito para
Tadeu Sena
Professor, amigo, escritor, apaixonado irremediável pela literatura e suas vertentes e acima de tudo, um gnomo deveras interessante e leal.
A camiseta há muito batida e nem por isso menos querida era encoberta em boa parte pela jaqueta de couro aberta, cheia de seus zíperes e bolsos tantos quanto possíveis. A calça tinha a barra feita por uma costureira barata, cuja qual eu suspeito ser o próprio. Igualmente batida, desbotada aqui e acolá, dava um ar distraído ao herege incorrigível. Seus cabelos e até mesmo a falta dele contavam a história da meteorologia diária até o presente momento. Eu diria que o dia dele teria sido ‘Sol pouco encoberto por nuvens com baixa sensação térmica devido à grande presença de ventos vindos pela frente sul.’. A barba à fazer dava ar maduro e intelectual à pequena criatura que se sentava em cadeira especial, confeccionada pelo próprio dono do bar, devido à sua freqüência devota a este mesmo bar durante precisamente 156 anos, já que agora se passava da meia noite.
(...)
Em suma, passamos ‘dias’ –já que a diferenciação entre a noite era meramente referente à atmosfera e seus reflexos de luz –conversando. Sem sono, sem fome. Alimentando-se dos bons pensamentos,das ironias salpicadas e das irrelevâncias da alma –normalmente tidas como prato principal –, enquanto tornávamos insone o sono dos justos. Deleitavamo-nos nas desintegrações gramaticais e nas desconjunções verbais...
(...)
As paredes há muito se romperam.
Não há mais delimitações senão as psicológicas e intelectuais. Mas sua geladeira, seu sofá, seu Super Nintendo e sua caligrafia ainda remanescem na minha casa.
*-Trecho do conto de aniversário feito para
Tadeu Sena
domingo, 27 de setembro de 2009
E-mail (s)

Recebi um e-mail da Débora.
O e-mail tratava,entre outras coisas,sobre o crime acometido contra os golfinhos Calderon,situados na Dinamarca durante a passagem dos meninos de ‘garotos’ à homens,ou supostamente alguma idiotice desse gênero...Os golfinhos,segundo o e-mail –que é acompanhado das mesmas fotos aqui postas–não morrem instantâneamente.São furados com ganchos enormes de uma à quatro vezes,tingindo o mar que lambe a areia e os arredores da Ilha Feroe de vermelho morto.
Agora,o que me intrigou mesmo foi a última frase.

“Cuide do mundo,ele é sua casa” –dizia o e-mail em seu último suspiro.
Logo fui arrastada pras afirmações mais óbvias derivadas da metáfora.
Primeiro:faltariam nomes históricos para denominar as guerras civis.Essas tantas,que aconteceriam,em via de regra,a cada bimestre,no mínimo. –Segundo:viveríamos algumas semanas sem água potável no globo,já que a briga pra lavar o galão é 24 na escala Hitler e por último,porém não sendo menos importante: Se fosse mesmo,minha mãe já teria se livrado desses idiotas.Ao menos uma vez por semana.Minha mãe faxina que é uma beleza.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Psiu,psiu.
Tive a infelicidade de estar no meio fio errado em um domingo à noite desses...cruzei com três marmanjos,que andavam em ‘formação’ –um no meio e a frente e os outros dois nos respectivos flancos do rapaz. “Nooooossssssaaaaaa...linda você hein...” –disse o do meio.
O erro dele foi ter dito isso antes de realmente cruzar comigo.Me deu tempo demais pra pensar...o que,vale lembrar,não implica em ações ‘racionais’.Sem nem me dar conta,acabei confessando pro garoto: “Não posso dizer o mesmo.” O rapaz não entendeu e parou de andar.E eu? Pois bem...à essa hora já tinha me dado conta da confusão em que potencialmente iria me meter e,como,citaria minha vó: "Pernas,pra quê vos quero?”
“O quê?” –perguntou o rapaz de pele morena e de cabelos castanhos –foi só o que vi dele,salvo a blusa azul larga e a bermuda verde com detalhes pretos,em conjunto com um tênis amarelo-eu-estou-aqui.A lembrança da minha vó não partira e entre ‘pernas’ e ‘vos quero’ pus um pé a frente do outro murmurando pra mim ‘vai ser burra assim lá na casa do car...’
Aparentemente,ele desistiu depois de ter nada mais que minhas costas,passos rápidos e cabelos rebatendo nas costas por minha parte.Mas eu não.
À contra-gosto da maioria das pessoas –as que entendem que é,por vezes,realmente perigoso –continuo a campanha de ‘abaixo às cantadas furadas’.Só porque não existe lei que proíba isso,não quer dizer que pode-se poluir as ruas e os ouvidos de quem bem entender com essas cantadinhas de quinta.Ou aos domingos! Especialmente os domingos.
“Oi linda” – “Xau feio”
“Oi gatinha” – “Oi viadinho”
“Ai lá em casa” – “Ê lá no inferno...” e daí a pior...digo,e daí em diante.
E ainda são possíveis as cantadas que fazem uso da linguagem corporal ou de sons. “Fiu fiu”.Nesse caso,apenas uma exposição pública do seu dedo médio na mesma direção de onde o som foi concebido deve bastar.
Pra você que é bonitinho(a) e acha que só por isso está ‘salvo’ ,se engana.Não há distinção entre quem faz as cantadas.Se as cantadas são pobres,o pecado é o mesmo,independentemente do pecador(a).Então muito cuidado,senhores dons ‘joãos’ e senhoras ‘marias’ –as gasolinas inclusas.
Seja criativo...deixe fluir sua imaginação sem medo de passar (mais) ridículo.Miséria pouca é bobagem,querido(a)!
Exemplo banal: “Pena que não tenho tempo pra te cantar porque você é realmente lindo(a)” - e siga andando.
Isso deve chamar muito mais a atenção de uma mulher/homem a quem se quer atingir.Podendo levar até mesmo à uma ‘virada de pescoço’ depois que vocês se cruzarem.Funciona.É sério.
Tudo que peço é inteligência conquistadorística¹ e uma pitada de vergonha na cara.Porque NÃO ter vergonha na cara é continuar com essas cantadas medíocres e mais velhas que andar pra frente.Afinal,pernas,pra que vos quero?
¹-Não,essa palavra não está no dicionário.
O erro dele foi ter dito isso antes de realmente cruzar comigo.Me deu tempo demais pra pensar...o que,vale lembrar,não implica em ações ‘racionais’.Sem nem me dar conta,acabei confessando pro garoto: “Não posso dizer o mesmo.” O rapaz não entendeu e parou de andar.E eu? Pois bem...à essa hora já tinha me dado conta da confusão em que potencialmente iria me meter e,como,citaria minha vó: "Pernas,pra quê vos quero?”
“O quê?” –perguntou o rapaz de pele morena e de cabelos castanhos –foi só o que vi dele,salvo a blusa azul larga e a bermuda verde com detalhes pretos,em conjunto com um tênis amarelo-eu-estou-aqui.A lembrança da minha vó não partira e entre ‘pernas’ e ‘vos quero’ pus um pé a frente do outro murmurando pra mim ‘vai ser burra assim lá na casa do car...’
Aparentemente,ele desistiu depois de ter nada mais que minhas costas,passos rápidos e cabelos rebatendo nas costas por minha parte.Mas eu não.
À contra-gosto da maioria das pessoas –as que entendem que é,por vezes,realmente perigoso –continuo a campanha de ‘abaixo às cantadas furadas’.Só porque não existe lei que proíba isso,não quer dizer que pode-se poluir as ruas e os ouvidos de quem bem entender com essas cantadinhas de quinta.Ou aos domingos! Especialmente os domingos.
“Oi linda” – “Xau feio”
“Oi gatinha” – “Oi viadinho”
“Ai lá em casa” – “Ê lá no inferno...” e daí a pior...digo,e daí em diante.
E ainda são possíveis as cantadas que fazem uso da linguagem corporal ou de sons. “Fiu fiu”.Nesse caso,apenas uma exposição pública do seu dedo médio na mesma direção de onde o som foi concebido deve bastar.
Pra você que é bonitinho(a) e acha que só por isso está ‘salvo’ ,se engana.Não há distinção entre quem faz as cantadas.Se as cantadas são pobres,o pecado é o mesmo,independentemente do pecador(a).Então muito cuidado,senhores dons ‘joãos’ e senhoras ‘marias’ –as gasolinas inclusas.
Seja criativo...deixe fluir sua imaginação sem medo de passar (mais) ridículo.Miséria pouca é bobagem,querido(a)!
Exemplo banal: “Pena que não tenho tempo pra te cantar porque você é realmente lindo(a)” - e siga andando.
Isso deve chamar muito mais a atenção de uma mulher/homem a quem se quer atingir.Podendo levar até mesmo à uma ‘virada de pescoço’ depois que vocês se cruzarem.Funciona.É sério.
Tudo que peço é inteligência conquistadorística¹ e uma pitada de vergonha na cara.Porque NÃO ter vergonha na cara é continuar com essas cantadas medíocres e mais velhas que andar pra frente.Afinal,pernas,pra que vos quero?
¹-Não,essa palavra não está no dicionário.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Vem

Vem,
Mata minha sede de você.
Estrangula em toques delicados a minha necessidade acumulada de um corpo bem servido de idéias.
Vem,
E me tira essa angústia e esse ódio pela conformidade que dividem espaço no meu peito.
Preenche à tal com tua bagunça,que sustenta minhas teses infundadas.
Vem,
E me inflama com a tua chama que desconstrói os esteriótipos canonizados.
Incendeia-me com sua chama que queima em cima da vontade suprimida.Chama essa que faz da minha última gota de sanidade,cinzas.
Vem,
Rosa minha,à mim.
E traz contigo a si,que por-la-ei em meu regaço,mesmo com as implicações sociais tão perturbadoras,mesmo com as implicâncias individuais tão peculiares,vem,que mesmo entrementes,a lascívia não diluída deve servir para encher-me a taça.
Vem,
Mata minha sede de você.
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